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| Primeira ghost bike de Jaraguá homenageia Alcides Ortiz |
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Ghost bike - a primeira de Jaraguá do Sul
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Coletiva bizarra
A entrevista coletiva para imprensa mais bizarra que já vi na vida aconteceu essa semana, e o pior, deixei de aproveitar a oportunidade e não inclui os pormenores na matéria e não servi o “molho” para o texto. Meu colega/concorrente deu, meu chefe disse que ia me orientar para colocar, e é claro, tomei. Mas aprendi.... vamos aos detalhes.
Nas redes sociais da cidade só se fala disso, o dono de uma agência de modelos que estaria aplicando golpes. Escrevi a matéria e liguei para o acusado para ouvir o lado dele. O homem não quis falar e ainda me ameaçou. A matéria saiu no final de semana e ele só pode procurar a imprensa na segunda feira (chorou o final de semana todo). Foi quando me ligou dizendo que daria uma coletiva esclarecendo as acusações.
Chamei uma outra jornalista, de uma revista, que está encabeçando a lista das denúncias e levando a história toda a diante. Ela não havia sido convidada, mas fomos juntas. Outro jornal da cidade também estava lá, repórter e fotógrafo. O homem se recusou a falar com a colega da revista, disse que a atenderia depois e no fim só entregou uma folha de papel com declarações. Outro jornal só foi recebido meia hora depois que saímos, a coletiva deles era mais tarde!!!
Na sala dele, os três repórteres ouviram muito e perguntaram pouco. Um assistente/segurança cuidava da câmera que estava gravando tudo. Num vaso, outra câmera escondida piscava enlouquecidamente. As provas que ele apresentou eram blocos de notas que não se via nada, pois o carimbo devia ser muito ruim ou velho demais. E um currículo de umas quinze páginas, composto por trechos de e-mails. Vê se pode.
A entrevista terminou, todos se retirem, mas “Débora, você pode ficar um momento, por favor”. Aquele momento foi desnecessário! O homem já não tinha mais o que falar, nunca deve ter dado uma entrevista coletiva antes, e achou que fazendo aquele drama todo ia me convencer da inocência dele.
Mas enfim.... essa história ainda está muito longe de terminar. Depois que o inquérito policial estiver pronto eu conto o resto, ou quando formos chamados para outra coletiva desse tipo, para novas risadas.
Ah! Uns causos da vida de jornalista... Esses são mais leves, garanto
Outro dia fui numa loja e comecei a olhar blusinhas, quando a vendedora apareceu e ofereceu ajuda. A cara dela não me era estranha, mas sempre fico sem graça de perguntar “te conheço?”. Então foi ela quem começou o questionário: é da universidade? Do grupo de teatro? Da academia? Nada. Até que disse que trabalhava no jornal, aí ela lembrou que nos encontramos no hospital, quando fui fazer uma matéria sobre a falta de médicos.
Essa semana, outra vez, num velório (minha mãe ia adorar!). O homem me cumprimentou, achei que era um desses políticos que dá oi pra todo mundo, retribui o sorriso e fiquei procurando nos arquivos da memória de onde eu lembrava dele. Não aguentei e acabei perguntando, foi tranquilo, sem drama. O melhor é mesmo não criar caso e ser sincero, sempre! “Desculpa, não me lembro de onde te conheço. Como é mesmo seu nome? Você faz o que mesmo?” Pode parecer descaso, mas cheguei a conclusão de que é melhor esclarecer logo.
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Bella musica dappertutto
Il Festival de Musica de Santa Catarina, Femusc, arriva alla 8ª edizione e, grazia a Dio, ho finalmente conosciuto questa meraviglia. Sono piu di 800 musicisti, tra professionisti rinomati e studenti, di 28 paesi, in tutta la città a fare spetacoli gratuiti.
I concerti principali si svolgono al Teatro, dentro um grande centro culturale, Scar, con una delle migliori acustiche dell’America Latina. Ma le presentazione possono sorprendere la gente al supermercato, in piazza, nel Presidio, nelle scuole, al benzinaio.
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| Il maestro Norberto Garcia, un genio da ispirarsi per la vita |
Sono uscita che non toccavo terra. E certo, con voglia de sentire di piu!
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Colheita urbana
Uma grande quantidade de frutas, verduras e temperos estão plantados em casas e terrenos em pleno Centro de Jaraguá do Sul. Passeando pelas ruas vizinhas à nossa, vi pequenas hortas nos quintais. Couve, tomate, salsinha, cebolinha, mandioca, hortelã, mamão, maracujá, e tantos outros. Às vezes, a plantação fica tão rente à grade ou muro que dá vontade de esticar os braços e puxar um belo fruto... Pois criamos coragem e fomos à colheita.
A hortelã crescia junto do poste, a poucos metros do quintal do vizinho que tinha ainda mais fartura. Depois de comprar uma garrafa de rum e meia dúzia de limões, a menta completou a lista para belos mojitos.
Os três pés de mamão estavam tão carregados que pendiam por cima do muro alto. Passeando com o cachorro, paramos na frente do terreno abandonado e ficamos olhando. Pois não é que passou outro morador e incentivou que a gente a pegar. Levamos três para casa.
Em outra rua, passando de carro, vimos um senhor se abaixar na calçada. Depois de novo. Olhamos com mais atenção e lá estavam, dois maracujás já se enfiavam no bolso da calça bem larga...
A feira grátis e a qualquer hora do dia e da noite... Para melhorar, só se viesse com selo de qualidade, hehe.
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sábado, 5 de janeiro de 2013
FERRAGOSTO alla Jaraguá
Quando eravamos a Roma, mi spaventava l’idea che tutta una città si chiudeva per due settimane oppure un mese. E dopo Ferragosto tutto tornava alla normalità, come se le vacanze della città fossero finite.
Béh! Com me non poteva succedere altro, ...questa settimana finisce il Ferragosto alla Jaraguá. Aziende, bar, ristoranti, banche, piccoli negozi... si sono chiusu prima di Natale e fin’oggi non èrano ancora tornate dalle Feste di Fine Anno.
Anche se ho cambiato professione e area di atuazione, ho lavorato lo stesso. Ho goduto un pò la città senza la gente, con pochi rumori e, poche notizie da dare. Il sole ci brucciava, come bruccia la sabbia di Ostia Beach. La pioggia non portava aria fresca, sembrava ancora piu caldo...
maaa che ti pare una passeggiata in cascata?
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A força da natureza em Corupá
Para o bem e para o mal... desculpe o tamanho do post, mas eu tinha que desabafar do começo...
Para alguém que tem o mar dentro como eu, viver em cidades fora do litoral me traz um vazio por dentro. Quando tem rios, essa saudade da água ameniza um pouco. A região do Vale do Itapocu tem dessas coisas, cativa a gente por onde menos eu esperava.
A abundância da natureza nessas paragens me enche os olhos e acalma o coração. Muitos morros cheios de verde, rios e cachoeiras que nos encontram pela estrada. Corupá é uma das cidades de maior riqueza nestes quesitos.
Começamos conhecendo o Seminário, onde se deu a largada do Encontro de Trilheios Banana Lama. Naquele sábado, fomos passear por ali. Entramos em ruas desconhecidas, à caminho de uma Cachoeira chamada Braço Esquerdo, quando nos deparamos com a “pista” de trilha que passava. Os participantes atravessavam um riacho meio aventura e seguiam o destino. Lindas paisagens!
Cerca de dois meses, fomos conhecer as 14 quedas de outra cachoeira. Estava cheio de gente, mas também, pudera! O lugar é espetacular, estou ansiosa a apresentar a outras pessoas. Os convites foram feitos e reforço a sugestão, família e amigos!
Hoje, um sábado meio nublado, voltamos a Corupá, desta vez para conhecer a Prainha da Oma. Outro lugar de tirar o fôlego e passar o dia todo, aproveitar a força da água e da natureza.
Entretanto, mas, contudo todavia... este passeio deixou uma marca forte, tanto quando é a própria natureza. Nos instalamos em uma “cadeira de massagem” natural entre as pedras por onde corria a água à altura da panturrilha. Passavam pessoas, de bem, que cumprimentavam com olhar e sorrisos.
Até que um homem, de cerca de 40 anos, com duas crianças nas mãos parou perguntando se havíamos visto outras duas crianças, o seu casal de filhos. “Tens telefone? Se encontrarem alguém, precisamos chamar os bombeiros. Eles se chamam Sara e Tiago”, disse a voz preocupada e os olhos atentos.
Quando nos demos conta da gravidade, Robert foi ajudar a procurar as crianças, de 10 e 15 anos. Eu fiquei para não atrapalhar ainda mais. Conversei com os bombeiros e continuei ali, acompanhando as coisas acontecerem. Mas não aconteciam. Nenhuma novidade, ainda fazendo uma varredura na área.
Equipes de mergulhadores e de cães de salvamento foram chamados também. Robert volta, suado e desiludido, molhado desde os tênis até a barriga. “Fui até onde achei que eles não iriam, a mata é muito fechada e dentro da água é difícil passar”, a angústia já se apresentava.
Outra equipe chega e nós deixamos o local. Depois de quase duas horas, os corpos são encontrados dentro de um poço, a poucos metros de onde haviam se perdido dos pais. O senhor que havia pedido ajuda estava na Prainha com a esposa e os dois filhos, Sara e Tiago, um cunhado e dois sobrinhos, aqueles que ele carregava quando nos vimos.
O homem se distraiu por poucos minutos, quando um peixe tinha sido finalmente pescado. Quando se virou para os filhos, que estavam na beira d’água, eles haviam sumido. Durante as buscas, ele se sentou no chão, já com a cabeça entre as mãos.
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Música para Todos
Harpa, cavaquinho, piano, flauta, acordeon, violino, guitarra, saxofone e clarinete se alternavam para encantar o público
Uma apresentação emocionante, e que enche o coração de alegria ver a música em todos os estilos. Assim foi a noite de encerramento do Projeto "Música para Todos", que ensina música gratuitamente a mais 300 pessoas por ano.
Individual, trios ou conjuntos, os instrumentos entram em cena para mostrar ao público as belas canções. Os alunos e professores tem idades entre 10 e 50 anos, todos agradecem depois de se apresentar e saem orgulhosos depois dos aplausos.
Na primeira troca de cena já fiquei de boca aberta. Depois do trio de harpas, a parte da frente do palco, onde eles estavam, foi baixando até que os instrumentos foram "engolidos" pelo chão. Atrás, as cortinas se abriram e um grupo tocando violinos, violoncelos e cavaquinhos roubou a atenção.
Depois disso, o troca-troca foi normal, até que entraram a guitarra, o baixo e a bateria, comandados por meninos. No meio da canção, outros três músicos agarram os instrumentos e os anteriores saem do palco. Show!
Também foi bonito ver a platéia cheia, pessoas atentas e que respeitam o que acontece no palco. Tá certo, a maioria era da família e amigos dos alunos ou pessoas ligadas ao projeto, como investidores ou incentivadores. Mas também tinha gente como eu, que queria ver um belo espetáculo e saiu de lá abobalhada de feliz.
Aliás, este é um ótimo momento para contar o quanto Jaraguá do Sul é rica em eventos culturais. Já passei por cidades maiores em Santa Catarina, como Criciúma e Florianópolis, e não havia encontrado tantas opções de teatro, música, filme e concertos. Morando na principal cidade do Vale do Itapocu há pouco mais de nove meses, já fui em dezenas de eventos, muitos deles gratuitos.
A SCAR e o Sesi são os campeões, na minha opinião, em promover este tipo de coisa e grátis. Mas os eventos estão espalhados por todos os lados, no Parque da Malwee, na praça Angelo Piazera, na Biblioteca Municipal, no Sesc... É só ter vontade de ver, procurar um pouco na agenda cultural e aproveitar!
Uma apresentação emocionante, e que enche o coração de alegria ver a música em todos os estilos. Assim foi a noite de encerramento do Projeto "Música para Todos", que ensina música gratuitamente a mais 300 pessoas por ano.
Individual, trios ou conjuntos, os instrumentos entram em cena para mostrar ao público as belas canções. Os alunos e professores tem idades entre 10 e 50 anos, todos agradecem depois de se apresentar e saem orgulhosos depois dos aplausos.
Na primeira troca de cena já fiquei de boca aberta. Depois do trio de harpas, a parte da frente do palco, onde eles estavam, foi baixando até que os instrumentos foram "engolidos" pelo chão. Atrás, as cortinas se abriram e um grupo tocando violinos, violoncelos e cavaquinhos roubou a atenção.
Depois disso, o troca-troca foi normal, até que entraram a guitarra, o baixo e a bateria, comandados por meninos. No meio da canção, outros três músicos agarram os instrumentos e os anteriores saem do palco. Show!
Também foi bonito ver a platéia cheia, pessoas atentas e que respeitam o que acontece no palco. Tá certo, a maioria era da família e amigos dos alunos ou pessoas ligadas ao projeto, como investidores ou incentivadores. Mas também tinha gente como eu, que queria ver um belo espetáculo e saiu de lá abobalhada de feliz.
Aliás, este é um ótimo momento para contar o quanto Jaraguá do Sul é rica em eventos culturais. Já passei por cidades maiores em Santa Catarina, como Criciúma e Florianópolis, e não havia encontrado tantas opções de teatro, música, filme e concertos. Morando na principal cidade do Vale do Itapocu há pouco mais de nove meses, já fui em dezenas de eventos, muitos deles gratuitos.
A SCAR e o Sesi são os campeões, na minha opinião, em promover este tipo de coisa e grátis. Mas os eventos estão espalhados por todos os lados, no Parque da Malwee, na praça Angelo Piazera, na Biblioteca Municipal, no Sesc... É só ter vontade de ver, procurar um pouco na agenda cultural e aproveitar!
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Jaraguá 40 gradi
È arrivata l'estate. E ancora una volta mi trovo in una città dove il fiume che l'attraversa fa il corpo bollire. A Jaraguá do Sul ci sono due fiume, il Jaraguá e l'Itapocu. Come a Roma, qui l'acqua è presente in tutti i luogi e ci dà tanta umidità. Così, mentre altre città vicine provanno il caldo da 25 o 30 gradi, qua il termometro sale a 35, con sensazione di 40.
Diverso della capitale italiana, nella città catarinense al meno ci sono delle montagne piene di verde, con tanta natura in torno alle aree abitate. Un pò di vento si sente e, anche se soffocante, è meglio di niente.
Quando pensavamo a comprare una macchina, gli amici ci dicevano: "comprala senza ar bag, senza la direzione e pure senza le route, ma che non vi manchi l'aria condizionata". E è proprio vero. Per il lavoro, devo percorrere tutta la città in macchina a mettà pommeriggio e la macchina della azienda è vecchia e l'aria non funziona... si muore li dentro, mi vendo pigra per uscire.
Quest'anno abbiamo eletto i Preside delle città brasiliane e, in Jaraguá, una delle promesse del candidato è stata che metterà l'aria condizionata nelle autobus. Come lui ha vinto e comincia a lavorare a gennaio, spero dare notizie nei prossimi mesi o anni. Ma sono promessi da politici, dificile crederne a tutti ...
Diverso della capitale italiana, nella città catarinense al meno ci sono delle montagne piene di verde, con tanta natura in torno alle aree abitate. Un pò di vento si sente e, anche se soffocante, è meglio di niente.
Quando pensavamo a comprare una macchina, gli amici ci dicevano: "comprala senza ar bag, senza la direzione e pure senza le route, ma che non vi manchi l'aria condizionata". E è proprio vero. Per il lavoro, devo percorrere tutta la città in macchina a mettà pommeriggio e la macchina della azienda è vecchia e l'aria non funziona... si muore li dentro, mi vendo pigra per uscire.
Quest'anno abbiamo eletto i Preside delle città brasiliane e, in Jaraguá, una delle promesse del candidato è stata che metterà l'aria condizionata nelle autobus. Come lui ha vinto e comincia a lavorare a gennaio, spero dare notizie nei prossimi mesi o anni. Ma sono promessi da politici, dificile crederne a tutti ...
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