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| Primeira ghost bike de Jaraguá homenageia Alcides Ortiz |
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Ghost bike - a primeira de Jaraguá do Sul
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sábado, 29 de junho de 2013
O Brasil acordou
Essa gentarada que está nas ruas protestando por um Brasil melhor parece mesmo que acordou de um sono profundo. Parece que não vivíamos essa onda de manifestações desde o impechman do Collor. Nas ruas, não estão apenas os jovens pedindo pela redução do preço da passagem de ônibus, mas famílias inteiras e aposentados que precisam soltar o verbo.
Há anos os brasileiros ouvem os absurdos da política e se restringem a compartilhar nas redes sociais ou através de correntes de e-mail seus descontentamentos. Finalmente chegamos todos num limite, não aguentamos mais essa corrupção, a impunidade de políticos corruptos e falta de investimentos nas áreas básicas, como saúde e educação.
Mas o mais importante a fazer, é não se deixar cair na inércia outra vez. Achar que os protestos vão resolver. Não vão. Precisamos acompanhar sessões de câmaras, participar de audiências públicas, saber o que seu deputado e vereador estão fazendo. Só com pessoas bem informadas e participativas da vida política e social é possível cobrar as mudanças que todos queremos. E precisamos começar por dentro de casa, no nosso condomínio, bairro e cidade.
Há anos os brasileiros ouvem os absurdos da política e se restringem a compartilhar nas redes sociais ou através de correntes de e-mail seus descontentamentos. Finalmente chegamos todos num limite, não aguentamos mais essa corrupção, a impunidade de políticos corruptos e falta de investimentos nas áreas básicas, como saúde e educação.
Mas o mais importante a fazer, é não se deixar cair na inércia outra vez. Achar que os protestos vão resolver. Não vão. Precisamos acompanhar sessões de câmaras, participar de audiências públicas, saber o que seu deputado e vereador estão fazendo. Só com pessoas bem informadas e participativas da vida política e social é possível cobrar as mudanças que todos queremos. E precisamos começar por dentro de casa, no nosso condomínio, bairro e cidade.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Bella musica dappertutto
Il Festival de Musica de Santa Catarina, Femusc, arriva alla 8ª edizione e, grazia a Dio, ho finalmente conosciuto questa meraviglia. Sono piu di 800 musicisti, tra professionisti rinomati e studenti, di 28 paesi, in tutta la città a fare spetacoli gratuiti.
I concerti principali si svolgono al Teatro, dentro um grande centro culturale, Scar, con una delle migliori acustiche dell’America Latina. Ma le presentazione possono sorprendere la gente al supermercato, in piazza, nel Presidio, nelle scuole, al benzinaio.
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| Il maestro Norberto Garcia, un genio da ispirarsi per la vita |
Sono uscita che non toccavo terra. E certo, con voglia de sentire di piu!
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Saudaggge dell'Italia
Mi manca l’arrabbiata, mi manca il gelato, la vista del
Colosseo dentro l’autobus affolato, la passeggiata nella Villa Borghese e Villa
Ada, una corsa sul Lungotevere, il giro in bici sulla Piazza Navona o il cinema
al aperto sull’Isola Tiberina o Piazza Vittorio, le bancarelle del Porta
Portese, il barbecue a casa di Dirce...
Piú di tutto, mi mancanno tanti amici, la gente che ho conosciuto
e che ancora oggi ho nel cuore. Mi viene in mente un momento o altro di
ricordi, di risate, di pianto. Amici brasiliani, italiani, romeni, spagnoli,
serbi, albanese, marrocchini, senegalesi.
Qualche giorno fa ho riletto un paio di post e ho trovato
uno in cui parlavo veramente male dell’Italia. E mi pento, chiedo perdono
per le parole ingiuste. Che ci sono delle differenze tra i paesi, non ha dubbi,
però tutte le generalizazione sono stupide. Perciò, scusatemi, ho sbagliato di
brutto. E oggi mi mancate!
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Os livros do ano - parte 3
Última parte das sugestões entre os livros que li no ano.... a lista completa no final do post e aguardo um palpite para o décimo!
...
Comprei “Corações sujos” quando ainda estava no ensino médio e nunca passei da página 20, mas ele voltou às minhas mãos este inverno e me diverti muito. Fernando Moraes é mesmo um mestre em cavucar histórias. Ele resgatou as pessoas que realmente passaram por aquele momento, lembrando como a divisão do mundo afetou a comunidade nipônica, principalmente em São Paulo.
A ficção voltou ao meu cotidiano com “Galilee”, de Clive Barker, e as mais de 700 páginas pesaram apenas fisicamente. Meu tio querido e conselheiro literário, Celso Magalhães, me disse uma vez e hoje repito suas palavras: “Aproveita para fazer musculação para os braços enquanto se distrai com a história”. E que distração! Eu só apagava a luz de cabeceira quando já passava e muito da hora de dormir. É o tipo de livro que você fica triste quando acaba porque não vai mais encontrar aquelas ‘pessoas’ e o encanto se desfaz.
A volta de Zafón na minha vida foi um pouco desanimadora, principalmente porque ainda lembro o quanto os primeiros livros dele me encantaram. Mas depois do segundo ou terceiro, as histórias se parecem, o caráter dos personagens se repete e o cenário também não muda. Ele continua sendo fantástico, ainda morro de vontade de conhecer o Cemitério dos Livros e a Livraria dos Sempere.
Recentemente publicado no Brasil, “O prisioneiro do Céu” conta um pouco mais sobre Fermin, um cara que aparece pouco nos outros livros e não chama a atenção. Para quem só leu “A sombra do vento” e/ou “O jogo do Anjo”, é válido ler “O prisioneiro” também. Mas não aconselho para pessoas como eu, que já passou por praticamente todas obras do cara (até Marina, O palácio da meia-noite, Luzes de setembro, O príncipe da névoa), a não ser que seja para lembrar o jeito Carlos Ruiz Zafon de escrever, que é ótimo.
A lista completa tem nove livros e deixo o décimo para vocês sugerirem para mim. Que tal uma troca?
Caso você queira acompanhar os comentários da lista completa, veja também Os livros do ano - parte 1 e parte 2
Millennium – Stieg Larsson
Lolita – Vladimir Nabokov
A cabana – William Young
O dia da caça – James Patterson
Os próprios deuses – Isaac Asimov
A vingança da baleia – Nathaniel Philbrick
Corações sujos – Fernando Moraes
Galilee – Clive Barker
O prisioneiro do Céu - Carlos Ruiz Zafón
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Os livros do ano - parte 2
Volto com a sugestão de livros... a lista está na ordem em que li e postei os comentários no blog.
Depois de Patterson, Isaac Asimov foi outro autor que me marcou o ano, principalmente porque ficção científica não é meu gênero favorito. Comecei com “Os próprios deuses” e emendei a trilogia “Fundação”. Todos são de tirar o chapéu e me fizeram perguntar: de onde surgiram ideias tão fora do comum?
“As crônacas de Nárnia” e “O senhor dos anéis” me cansaram demais. Nárnia é lindo e espero ler a história quando tiver meu filho, mas para chegar ao final do livro precisei de muita força de vontade. E esta não me bastou para chegar a metade da obra dos hobbits.
Uma linda surpresa foi o “A vingança da baleia”, de Nathaniel Philbrick. Depois de traumatizada por ter lido Moby Dick e zerado na prova de língua portuguesa, na época do colégio, a releitura da história da baleia feita por outro ângulo e com relatos verídicos me deu uma nova paixão. Até mesmo os detalhes do navio, tipos de nós, as dificuldades dos ventos, a ansiedade por avistar o mamífero e o drama quando as coisas desandam e a caça vira caçador. Genial!!!
Já que estamos no mar... “A última viagem de Colombo”, de Martin Dugard, é uma biografia leve, mas que traz uma carga geográfica incrível. Estamos na América Latina e eu mal sei dizer quais são nossos países vizinhos e da América Central. Fiquei com vontade de pendurar um mapa na parede para aprender mais.
Para ler os comentários da primeira parte da lista, acesse Os livros do ano - Parte 1
A terceira parte já está chegando.... Calma lá
Millennium – Stieg Larsson
Lolita – Vladimir Nabokov
A cabana – William Young
O dia da caça – James Patterson
Os próprios deuses – Isaac Asimov
A vingança da baleia – Nathaniel Philbrick
Corações sujos – Fernando Moraes
Galilee – Clive Barker
O prisioneiro do Céu - Carlos Ruiz Zafón
O prisioneiro do Céu - Carlos Ruiz Zafón
Depois de Patterson, Isaac Asimov foi outro autor que me marcou o ano, principalmente porque ficção científica não é meu gênero favorito. Comecei com “Os próprios deuses” e emendei a trilogia “Fundação”. Todos são de tirar o chapéu e me fizeram perguntar: de onde surgiram ideias tão fora do comum?
“As crônacas de Nárnia” e “O senhor dos anéis” me cansaram demais. Nárnia é lindo e espero ler a história quando tiver meu filho, mas para chegar ao final do livro precisei de muita força de vontade. E esta não me bastou para chegar a metade da obra dos hobbits.
Uma linda surpresa foi o “A vingança da baleia”, de Nathaniel Philbrick. Depois de traumatizada por ter lido Moby Dick e zerado na prova de língua portuguesa, na época do colégio, a releitura da história da baleia feita por outro ângulo e com relatos verídicos me deu uma nova paixão. Até mesmo os detalhes do navio, tipos de nós, as dificuldades dos ventos, a ansiedade por avistar o mamífero e o drama quando as coisas desandam e a caça vira caçador. Genial!!!
Já que estamos no mar... “A última viagem de Colombo”, de Martin Dugard, é uma biografia leve, mas que traz uma carga geográfica incrível. Estamos na América Latina e eu mal sei dizer quais são nossos países vizinhos e da América Central. Fiquei com vontade de pendurar um mapa na parede para aprender mais.
Para ler os comentários da primeira parte da lista, acesse Os livros do ano - Parte 1
A terceira parte já está chegando.... Calma lá
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Os livros do ano - parte 1
Redescobri que para ler não é preciso ter todo o tempo do mundo livre, como quando estamos em férias ou doentes. Quando um livro ruim passa pelas nossas mãos, ele desestimula novas leituras, faz a gente pensar que outras coisas como computador, televisão ou cinema, podem ser mais atrativos. Mas aí você zapeia a tevê e depois de duas horas percebe que não assistiu a nada, percorreu diversos sites e apenas uma ou outra informação valeu a pena. No cinema não tenho ido porque não me animei com (quase) nenhum dos filmes em cartaz este ano.
Tudo isso pra dizer que a minha lista de leitura do ano é enorme, precisei dividir as sugestões em diversos posts. Deixo a lista do que aconselho e aos poucos vou desenvolvendo as ideias:::
Millennium – Stieg Larsson
Lolita – Vladimir Nabokov
A cabana – William Young
O dia da caça – James Patterson
Os próprios deuses – Isaac Asimov
A vingança da baleia – Nathaniel Philbrick
Corações sujos – Fernando Moraes
Galilee – Clive Barker
O prisioneiro do Céu - Carlos Ruiz Zafón
O prisioneiro do Céu - Carlos Ruiz Zafón
Meu ano nem tinha começado e eu já tinha devorado meus presentes de Natal: a Trilogia Millennium.
Depois dos livros de Larsson, será difícil encontrar uma história tão envolvente. “Os homens que não amavam as mulheres” me prendeu tanto que precisei de um par de dias para devorá-lo. No segundo livro, o leitor diminui o ritmo porque a própria história perde um pouco de fôlego. O mais interessante é que, faltando 80 páginas para a contracapa, o enredo parece que foi totalmente desenvolvido ... e quando você chega na última página percebe que a hstória só está no começo e então engata no último volume.
O escritor sueco Stieg Larsson amarra a história toda muito bem, a linguagem é inteligente, o enredo muito bem pensado e os personagens fortes, muito fortes. Como sempre, os filmes não fornecem nem metade da emoção que é ler os livros. Discuti com amigos sobre isso e, no fim das contas, ainda acho que temos dois e não três livros. Pois “A menina que brincava com fogo” e o “A rainha do castelo de ar” são um só livro em dois volumes, não podem ser lidos na ordem inversa ou separadamente, enquanto o primeiro é independente, ainda que explique a relação dos protagonistas.
O clássico “Lolita”, de Vladimir Nabokov, me pareceu enfadonho. Acompanhei o percurso doentio do coroa, a manipulação da ninfeta e o que me levou a terminar o livro foi o modo como o escritor disse de formas tão diferentes a mesma coisa, diversas vezes. E, no mais, clássico é clássico, tem que ler!
Outros romances bobinhos preencheram o meu tempo enquanto eu iniciava e interrompia a leitura de “A cabana”, de William Young. O livro começa de modo muito direto, e já tenho uma dificuldade natural de ler obras espíritas. Por isso, até eu engrenar, precisei de três tentativas. Quando ele finalmente me tocou, não consegui desgrudar e até hoje ainda me lembro de algumas passagens. Pensar em Deus e na nossa relação com ele não é fácil e não deve ser mesmo. Complicar demais também me parece ser o caminho errado. Ao final, a mensagem que ficou é o pedido de uma reflexão interna de como levamos nossa própria vida e se gostamos do resultado. Os outros dois livros lançados na onda do sucesso de “A cabana” não me apeteceram por nada...
Quando me mudei para Jaraguá do Sul trouxe na bagagem dois livros para me ajudar na mudança. Detestei o “Mulheres” de Bukowski, mas recomendo o “O dia da caça” de James Patterson, e coloquei o autor na minha lista de próximos livros. Já vi vários, mas as obras tiveram que entrar na fila de espera, hehehe.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Música para Todos
Harpa, cavaquinho, piano, flauta, acordeon, violino, guitarra, saxofone e clarinete se alternavam para encantar o público
Uma apresentação emocionante, e que enche o coração de alegria ver a música em todos os estilos. Assim foi a noite de encerramento do Projeto "Música para Todos", que ensina música gratuitamente a mais 300 pessoas por ano.
Individual, trios ou conjuntos, os instrumentos entram em cena para mostrar ao público as belas canções. Os alunos e professores tem idades entre 10 e 50 anos, todos agradecem depois de se apresentar e saem orgulhosos depois dos aplausos.
Na primeira troca de cena já fiquei de boca aberta. Depois do trio de harpas, a parte da frente do palco, onde eles estavam, foi baixando até que os instrumentos foram "engolidos" pelo chão. Atrás, as cortinas se abriram e um grupo tocando violinos, violoncelos e cavaquinhos roubou a atenção.
Depois disso, o troca-troca foi normal, até que entraram a guitarra, o baixo e a bateria, comandados por meninos. No meio da canção, outros três músicos agarram os instrumentos e os anteriores saem do palco. Show!
Também foi bonito ver a platéia cheia, pessoas atentas e que respeitam o que acontece no palco. Tá certo, a maioria era da família e amigos dos alunos ou pessoas ligadas ao projeto, como investidores ou incentivadores. Mas também tinha gente como eu, que queria ver um belo espetáculo e saiu de lá abobalhada de feliz.
Aliás, este é um ótimo momento para contar o quanto Jaraguá do Sul é rica em eventos culturais. Já passei por cidades maiores em Santa Catarina, como Criciúma e Florianópolis, e não havia encontrado tantas opções de teatro, música, filme e concertos. Morando na principal cidade do Vale do Itapocu há pouco mais de nove meses, já fui em dezenas de eventos, muitos deles gratuitos.
A SCAR e o Sesi são os campeões, na minha opinião, em promover este tipo de coisa e grátis. Mas os eventos estão espalhados por todos os lados, no Parque da Malwee, na praça Angelo Piazera, na Biblioteca Municipal, no Sesc... É só ter vontade de ver, procurar um pouco na agenda cultural e aproveitar!
Uma apresentação emocionante, e que enche o coração de alegria ver a música em todos os estilos. Assim foi a noite de encerramento do Projeto "Música para Todos", que ensina música gratuitamente a mais 300 pessoas por ano.
Individual, trios ou conjuntos, os instrumentos entram em cena para mostrar ao público as belas canções. Os alunos e professores tem idades entre 10 e 50 anos, todos agradecem depois de se apresentar e saem orgulhosos depois dos aplausos.
Na primeira troca de cena já fiquei de boca aberta. Depois do trio de harpas, a parte da frente do palco, onde eles estavam, foi baixando até que os instrumentos foram "engolidos" pelo chão. Atrás, as cortinas se abriram e um grupo tocando violinos, violoncelos e cavaquinhos roubou a atenção.
Depois disso, o troca-troca foi normal, até que entraram a guitarra, o baixo e a bateria, comandados por meninos. No meio da canção, outros três músicos agarram os instrumentos e os anteriores saem do palco. Show!
Também foi bonito ver a platéia cheia, pessoas atentas e que respeitam o que acontece no palco. Tá certo, a maioria era da família e amigos dos alunos ou pessoas ligadas ao projeto, como investidores ou incentivadores. Mas também tinha gente como eu, que queria ver um belo espetáculo e saiu de lá abobalhada de feliz.
Aliás, este é um ótimo momento para contar o quanto Jaraguá do Sul é rica em eventos culturais. Já passei por cidades maiores em Santa Catarina, como Criciúma e Florianópolis, e não havia encontrado tantas opções de teatro, música, filme e concertos. Morando na principal cidade do Vale do Itapocu há pouco mais de nove meses, já fui em dezenas de eventos, muitos deles gratuitos.
A SCAR e o Sesi são os campeões, na minha opinião, em promover este tipo de coisa e grátis. Mas os eventos estão espalhados por todos os lados, no Parque da Malwee, na praça Angelo Piazera, na Biblioteca Municipal, no Sesc... É só ter vontade de ver, procurar um pouco na agenda cultural e aproveitar!
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domingo, 15 de maio de 2011
Mostras e Exposições
Também incluímos visitas a museos nas nossas rotinas, em média uma por semana. Aqui tem coisas boas e aquelas que não prestam, não valem nem o tempo dedicado. E a sensação que tenho é que depois do Museu do Prado, de Madri, pouco serão capazes de me arrebatar.

Aqui em Roma, desde que cheguei, já vi Picasso e Van Gogh, show de bola. Eram exposições relativamente pequenas, com poucas obras, mas eram bem selecionadas e os organizadores contava umas historinhas sobre os vários períodos e estilos dos artistas.
Aqui em Roma, desde que cheguei, já vi Picasso e Van Gogh, show de bola. Eram exposições relativamente pequenas, com poucas obras, mas eram bem selecionadas e os organizadores contava umas historinhas sobre os vários períodos e estilos dos artistas.
A decepção aconteceu essa semana, quando fomos ver a mostra de "Caravaggio, o estúdio do gênio", no palacio Veneza. São menos de dez salas com explicações sobre a sua técnica, os instrumentos que usava, e FOTOS dos seus quadros. Sim, fotos!, pois quadro mesmo não tem NEM ao menos UM. É revoltante... e comentando isso com uma das pessoas que trabalhava ali no museu, a resposta dela foi: "É uma mostra bem técnica mesmo"... mas não podia ter um quadrinho sequer?!!!!! Nada.
Em compensação, quando fomos pela última vez no Palazzo delle Exposizioni, pra ver "Impressionismo, expressionismo, avanguardia, 100 obras de arte do Museu Stadel de Frankfurt, saimos super satisfeitos. Entre Picasso, Van Gogh e Monet, estavam outros famosos que eu não conhecia mas que me agradaram muito.
Assim, o museu aumentou um pouco a nota desde a visita anterior, sobre os novos achados e artefatos da cultura mexicana dos Teotihuacan. Era um pouco banal, pra dizer curto e grosso. Diferente da exposição de fotografias da Nathional Geografic... em 2010 fui ver Madre Terra, lindo, lindo; e esse ano As cores do Mundo, também espetacular.
Ontem, 14 de maio, como acontece a cada seis meses, os Museus de Roma promoveram uma festa. Todos abertos até as 2h da manhã e a maioria com entrada gratuita e apre
sentações musicais. Pena que eu estava trabalhando... snif, snifAh! E não podia faltar uma das mostras que mais ficaram marcadas, pelo menos pra mim. O artista é Pablo Echaurren, a mostra Crhomo Sapiens ficou em cartaz até março desse ano no Museu del Corso. Além de as suas composições serem muito modernas e irreverentes, ainda demos sorte de ter ido num dia em que um grupo de músicos compunha o fundo para a arte-desenho, ou era o contrário? Enfim, recomendo e como!!!
Livros: boas e bombas
Agora que tenho mais tempo livre, é claro que a dedicação aos livros ganhou mais espaço no meu dia-a-dia. Como há muito não dou conselhos culturais, aí vai uma palhinha...
Desde o ano passado, andei rodeando clássicos e novidades:
O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde - homenagem ao professor Scotto, da UFSC, hehe. Depois de passar anos ouvindo ele falar desse livro, o dito cujo finalmente apareceu na minha frente, comprei e li. É realmente um clássico, um ótimo equilíbrio de descrição e envolvimento.
Também para Scotto: Hemingway, La fiesta. Quando cheguei nas últimas dez páginas me dei conta de que já tinha lido esse livro, mas em português. Continua chatéééérimo.
Claro que não podia falta Zafón: O príncipe da névoa, Marina e O palácio da meia noite. Ele é o cara! Escreve deliciosamente bem, leve e emocionante.
E os "presentes" do tio Celso:
- Eu sou o mensageiro, de Markus Zusak,
- As memórias do livro, de Geraldine Brooks, e
- A hospedeira, de Stephenie Meyer. Todos ótimos, uma beleza de leitura. Valeu!
Estes últimos dois me emocionaram tanto que tive vontade de dar de presente pra alguém e proporcionar uma ótima leitura a um amigo/a. Na procura em livrarias pelas obras, traduzidas para o italiano, encontrei-os e claro, aproveitei pra comprar outros pra mim também, né!
Do serbo Zoran Zivkovic, Sei Biblioteche, e Il profumo delle foglie di limone, da espanhola Clara Sánches. Que decepção. O primeiro são seis contos sobre livros e bibliotecas, tem 120 e poucas páginas infinitamente sem emoção. Já o segundo conta uma história bonitinha, mas quando tu finalmente se envolve com os personagens... não eu não cheguei a me envolver. Falta ação e fica aquelas mais de 350 páginas numa masturbação mental que não leva a lugar nenhum. Unf!
Desde o ano passado, andei rodeando clássicos e novidades:
O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde - homenagem ao professor Scotto, da UFSC, hehe. Depois de passar anos ouvindo ele falar desse livro, o dito cujo finalmente apareceu na minha frente, comprei e li. É realmente um clássico, um ótimo equilíbrio de descrição e envolvimento.
Também para Scotto: Hemingway, La fiesta. Quando cheguei nas últimas dez páginas me dei conta de que já tinha lido esse livro, mas em português. Continua chatéééérimo.
Claro que não podia falta Zafón: O príncipe da névoa, Marina e O palácio da meia noite. Ele é o cara! Escreve deliciosamente bem, leve e emocionante.
E os "presentes" do tio Celso:
- Eu sou o mensageiro, de Markus Zusak,
- As memórias do livro, de Geraldine Brooks, e
- A hospedeira, de Stephenie Meyer. Todos ótimos, uma beleza de leitura. Valeu!
Estes últimos dois me emocionaram tanto que tive vontade de dar de presente pra alguém e proporcionar uma ótima leitura a um amigo/a. Na procura em livrarias pelas obras, traduzidas para o italiano, encontrei-os e claro, aproveitei pra comprar outros pra mim também, né!
Do serbo Zoran Zivkovic, Sei Biblioteche, e Il profumo delle foglie di limone, da espanhola Clara Sánches. Que decepção. O primeiro são seis contos sobre livros e bibliotecas, tem 120 e poucas páginas infinitamente sem emoção. Já o segundo conta uma história bonitinha, mas quando tu finalmente se envolve com os personagens... não eu não cheguei a me envolver. Falta ação e fica aquelas mais de 350 páginas numa masturbação mental que não leva a lugar nenhum. Unf!
domingo, 20 de junho de 2010
A Copa em Roma
O clima por aqui nem parece o de Copa do Mundo, pelo menos não do jeito que vivemos e sentimos os jogos do Brasa. Claro, um ou outro sinal de vida, e a tevê que atualiza os resultados e próximas partidas.
Mais viva é a torcida dos turistas. Bares e restaurantes com placas de resultados e telões com os jogos para atrair a clientela. O verão na capital italiana sempre experimenta ondas de movimento intenso de viajantes do mundo. Então, até mesmo um jogo como Gana e Austrália ou Camarões e Dinamarca se tornam emocionantes.
No pub da via Nazionale, as duas semanas de relativa tranquilidade à tarde e na noite acabaram. Desde o início do Mundial, a segunda-feira se confunde com o sábado, e é trabalho dobrado todo dia.
A curiosidade... desde o primeiro jogo da Itália, quase todos os dias, entre o fim do jogos das 4h e o início do jogo da noite, a tevê repasse uma síntese daquele. PQP!!!
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Números e assento sanitário
É um títolo meio estranho para uma postagem, mas tem suas razões. Primeiro, os números.
Eu sempre digo que Roma não é uma cidade absurdamente grande, ao contrário, para a capital de um país, ela é bem pequena. Em pouco tempo e sem usar taxi ou carro, facilmente se pode conhecer os principais pontos da cidade. Durante a minha aula de Demografia, a professora passou alguns dados que podem ilustrar essa minha teoria.
Itália: 60 milhões de habitantes
Roma: 2,8 milhões de habitantes (1,2 mil Km2)
Outra constatação... essa semana me dei conta de que assento sanitário não é muito importante aqui em Roma. Antes disso, paarece que ter muitos banheiros não é necessário. Bares e restaurantes, mesmo os refinados e com muitos clientes, raramente possuem mais de dois banheiros. E neles, nunca, nunca mesmo, o vaso tem assento e tampa.
Pode ser uma cultura local, italiana ou européia, ainda não descobri a abrangência do fenômeno. Mas pelas minhas experiências no Brasil, pelo menos em Laguna, Floripa e Criciúma, a maioria dos botecos ou barzinho fundo de quintal tinham mais de duas "vagas" de banheiro e com os apetrechos.
Será que eu estou virando fresca ou eles são mesmo desleixados???
Eu sempre digo que Roma não é uma cidade absurdamente grande, ao contrário, para a capital de um país, ela é bem pequena. Em pouco tempo e sem usar taxi ou carro, facilmente se pode conhecer os principais pontos da cidade. Durante a minha aula de Demografia, a professora passou alguns dados que podem ilustrar essa minha teoria.
Itália: 60 milhões de habitantes
Roma: 2,8 milhões de habitantes (1,2 mil Km2)
Outra constatação... essa semana me dei conta de que assento sanitário não é muito importante aqui em Roma. Antes disso, paarece que ter muitos banheiros não é necessário. Bares e restaurantes, mesmo os refinados e com muitos clientes, raramente possuem mais de dois banheiros. E neles, nunca, nunca mesmo, o vaso tem assento e tampa.
Pode ser uma cultura local, italiana ou européia, ainda não descobri a abrangência do fenômeno. Mas pelas minhas experiências no Brasil, pelo menos em Laguna, Floripa e Criciúma, a maioria dos botecos ou barzinho fundo de quintal tinham mais de duas "vagas" de banheiro e com os apetrechos.
Será que eu estou virando fresca ou eles são mesmo desleixados???
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domingo, 8 de novembro de 2009
Leitura obrigatória
Descobri o mundo! Depois de me indicaram, fiquei procurando e perguntando a outras pessoas se a conheciam... nada. Finalmente, há três semanas encontrei na banca e virei fã. A revista Internacional me pegou de jeito.
De modo geral fala sobre política, economia e cultura. Recolhe artigos de jornais de todo o mundo, sobre assuntos de todos os países. Tem uma cara leve, com lindas fotos e ótimo layout. Custa só 3 euros e me deixa a par de coisas que nem imaginava existirem.
Aqui na Itália ela chega sexta-feira nas bancas, e acaba rápido. Domingo já foram vendidos todos os exemplares. Então, corre! Acho que ela não chega no Brasil, mas pra quem consegue ler em italiano... ai vai: www.internazionale.it Boa leitura!
De modo geral fala sobre política, economia e cultura. Recolhe artigos de jornais de todo o mundo, sobre assuntos de todos os países. Tem uma cara leve, com lindas fotos e ótimo layout. Custa só 3 euros e me deixa a par de coisas que nem imaginava existirem.
Aqui na Itália ela chega sexta-feira nas bancas, e acaba rápido. Domingo já foram vendidos todos os exemplares. Então, corre! Acho que ela não chega no Brasil, mas pra quem consegue ler em italiano... ai vai: www.internazionale.it Boa leitura!
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