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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Saudaggge dell'Italia

Mi manca l’arrabbiata, mi manca il gelato, la vista del Colosseo dentro l’autobus affolato, la passeggiata nella Villa Borghese e Villa Ada, una corsa sul Lungotevere, il giro in bici sulla Piazza Navona o il cinema al aperto sull’Isola Tiberina o Piazza Vittorio, le bancarelle del Porta Portese, il barbecue a casa di Dirce...


Piú di tutto, mi mancanno tanti amici, la gente che ho conosciuto e che ancora oggi ho nel cuore. Mi viene in mente un momento o altro di ricordi, di risate, di pianto. Amici brasiliani, italiani, romeni, spagnoli, serbi, albanese, marrocchini, senegalesi.

Qualche giorno fa ho riletto un paio di post e ho trovato uno in cui  parlavo veramente male dell’Italia. E mi pento, chiedo perdono per le parole ingiuste. Che ci sono delle differenze tra i paesi, non ha dubbi, però tutte le generalizazione sono stupide. Perciò, scusatemi, ho sbagliato di brutto. E oggi mi mancate!


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Euro em polvorosa

Os mercados europeus estão nervosinhos. Desde que a Grécia decretou a crise, essa bomba está contagiando todos os países da zona euro. Falam que Portugal será o próximo a decretar a falência, depois é a vez da Espanha, e, claro, a Itália.

Ao mesmo tempo que o Parlamento e a Banca Européia se reúnem para tentar "ajudar" as economias em dificuldade, fazendo acordos para empréstimos e salvando bancos de países que não conseguem gerenciar o balanço interno; muitos economistas e cientistas políticos em geral duvidam que a coisa funcione. Mas começamos pelo início.

O plano para salvar a Grécia da falência foi um tiro no pé. FMI e BCE (banco central europeu) inventaram um projeto de 15 anos, deram a primeira parcela do empréstimo e conforme a economia volte nos trilhos eles emprestam mais uma certa quantia. A população grega está indo de mal a pior. Inflação de dois algarismos, desemprego nas alturas e falta de confiança nos políticos.

Em 2009 e 2010, víamos muitos turistas gregos passeando em Roma. Em 2011 não se vê quase nenhum. No começo da crise, eu perguntava pra essa gente se estava assim tão ruim pros lados deles quanto a televisão mostrava. O que me respondiam era que pra população de classe média e alta, não mudava em nada, estava tudo na mesma. Já os de baixa renda, estavam passando bons bocados com essa história, pois até nos supermercados e postos de gasolina, ou não tinha mercadoria ou eram preços que não se podia nem pensar em comprar.

Agora é a Itália que está com a corda no pescoço. Muitos dos meus amigos e conhecidos (antes mesmo de falar de crise) já tinham percebido que nesse país não dá pra fazer dinheiro e se mandaram, pra Inglaterra ou de volta pro Brasa.

Mas aqui, realmente, TUDO ACABA EM PIZZA.