Adesso che sto ad accompagnare la vita giornaliera della polizia, capisco un pò quanto devvono soffrire quelli. L’altro giorno ho visto una donna che paragonava il lavoro suo con il giocco del gato e il toppo. A noi toca scegliere un dei due lati. Anche se come giornalista devo ascoltare tutto, a guardare il bene della società preferisco la polizia.
I giovvanotti pensono che si deve affrontare il potere ed attacono giusto quelli che protegono la famiglia. Certo, ci sono dei polizzioti corrotti o veramente criminosi. Ma in generale, i toppi è che ci fanno paura, con armi e minacce.
Quelli del lapela bianca sono casi da una polizia più specializata, con investigazioni profondi ed equipamenti da registrazione dentro i gabinete. In bocca al lupo a tutti i bravi guerrieri, i gati di questa guerra in cui siamo noi, la gente comune che lavora e paga imposti, che vinciamo.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
AH! OH! Il carnevale
Quest’anno, il período piu atteso si è trasformato nel weekend al mare, niente festività e tanto lavoro di lunedì e martedì. E io credevo che il Brasile questo non succedesse mai, saltare il carnevale come se niente fosse. Certo, al mare si stava benissimo ho fato dei tuffi, ho manggiato da mamma e ho dormito tanto, peró... niente feste da quatro giorni. Anzi, lavoro raddopiatto e tanti coleghi a balare.
Quando ero a Roma, al meno lavoravo nei bar o ristorante dove gli altri se lo godevano e così anch’io, un pò il clima sempre ce n’era. Adesso invece no, niente, neanche quelle canzoni da cinquant’anni che sono i piu divertente, senza basso livello. Mi li trovavo a suonare in testa, ma per le estrade non c’era niente da farmi cadere nel samba.
Forse mi sono fatta una vecchietta e non so godere quel che ho davanti. Oppure... niente, meglio non fare dei sogni così presto. Lasciamo stare, l’anno prossimo ci parliamo.
Coletiva bizarra
A entrevista coletiva para imprensa mais bizarra que já vi na vida aconteceu essa semana, e o pior, deixei de aproveitar a oportunidade e não inclui os pormenores na matéria e não servi o “molho” para o texto. Meu colega/concorrente deu, meu chefe disse que ia me orientar para colocar, e é claro, tomei. Mas aprendi.... vamos aos detalhes.
Nas redes sociais da cidade só se fala disso, o dono de uma agência de modelos que estaria aplicando golpes. Escrevi a matéria e liguei para o acusado para ouvir o lado dele. O homem não quis falar e ainda me ameaçou. A matéria saiu no final de semana e ele só pode procurar a imprensa na segunda feira (chorou o final de semana todo). Foi quando me ligou dizendo que daria uma coletiva esclarecendo as acusações.
Chamei uma outra jornalista, de uma revista, que está encabeçando a lista das denúncias e levando a história toda a diante. Ela não havia sido convidada, mas fomos juntas. Outro jornal da cidade também estava lá, repórter e fotógrafo. O homem se recusou a falar com a colega da revista, disse que a atenderia depois e no fim só entregou uma folha de papel com declarações. Outro jornal só foi recebido meia hora depois que saímos, a coletiva deles era mais tarde!!!
Na sala dele, os três repórteres ouviram muito e perguntaram pouco. Um assistente/segurança cuidava da câmera que estava gravando tudo. Num vaso, outra câmera escondida piscava enlouquecidamente. As provas que ele apresentou eram blocos de notas que não se via nada, pois o carimbo devia ser muito ruim ou velho demais. E um currículo de umas quinze páginas, composto por trechos de e-mails. Vê se pode.
A entrevista terminou, todos se retirem, mas “Débora, você pode ficar um momento, por favor”. Aquele momento foi desnecessário! O homem já não tinha mais o que falar, nunca deve ter dado uma entrevista coletiva antes, e achou que fazendo aquele drama todo ia me convencer da inocência dele.
Mas enfim.... essa história ainda está muito longe de terminar. Depois que o inquérito policial estiver pronto eu conto o resto, ou quando formos chamados para outra coletiva desse tipo, para novas risadas.
Ah! Uns causos da vida de jornalista... Esses são mais leves, garanto
Outro dia fui numa loja e comecei a olhar blusinhas, quando a vendedora apareceu e ofereceu ajuda. A cara dela não me era estranha, mas sempre fico sem graça de perguntar “te conheço?”. Então foi ela quem começou o questionário: é da universidade? Do grupo de teatro? Da academia? Nada. Até que disse que trabalhava no jornal, aí ela lembrou que nos encontramos no hospital, quando fui fazer uma matéria sobre a falta de médicos.
Essa semana, outra vez, num velório (minha mãe ia adorar!). O homem me cumprimentou, achei que era um desses políticos que dá oi pra todo mundo, retribui o sorriso e fiquei procurando nos arquivos da memória de onde eu lembrava dele. Não aguentei e acabei perguntando, foi tranquilo, sem drama. O melhor é mesmo não criar caso e ser sincero, sempre! “Desculpa, não me lembro de onde te conheço. Como é mesmo seu nome? Você faz o que mesmo?” Pode parecer descaso, mas cheguei a conclusão de que é melhor esclarecer logo.
Marcadores:
bizarro,
cagadas,
cotidiano,
Jaraguá do Sul,
trampo
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Bella musica dappertutto
Il Festival de Musica de Santa Catarina, Femusc, arriva alla 8ª edizione e, grazia a Dio, ho finalmente conosciuto questa meraviglia. Sono piu di 800 musicisti, tra professionisti rinomati e studenti, di 28 paesi, in tutta la città a fare spetacoli gratuiti.
I concerti principali si svolgono al Teatro, dentro um grande centro culturale, Scar, con una delle migliori acustiche dell’America Latina. Ma le presentazione possono sorprendere la gente al supermercato, in piazza, nel Presidio, nelle scuole, al benzinaio.
![]() |
| Il maestro Norberto Garcia, un genio da ispirarsi per la vita |
Sono uscita che non toccavo terra. E certo, con voglia de sentire di piu!
Marcadores:
casa,
cultura,
evento,
Femusc,
Jaraguá do Sul,
música,
Projeto Música Para Todos,
Scar,
verão
Colheita urbana
Uma grande quantidade de frutas, verduras e temperos estão plantados em casas e terrenos em pleno Centro de Jaraguá do Sul. Passeando pelas ruas vizinhas à nossa, vi pequenas hortas nos quintais. Couve, tomate, salsinha, cebolinha, mandioca, hortelã, mamão, maracujá, e tantos outros. Às vezes, a plantação fica tão rente à grade ou muro que dá vontade de esticar os braços e puxar um belo fruto... Pois criamos coragem e fomos à colheita.
A hortelã crescia junto do poste, a poucos metros do quintal do vizinho que tinha ainda mais fartura. Depois de comprar uma garrafa de rum e meia dúzia de limões, a menta completou a lista para belos mojitos.
Os três pés de mamão estavam tão carregados que pendiam por cima do muro alto. Passeando com o cachorro, paramos na frente do terreno abandonado e ficamos olhando. Pois não é que passou outro morador e incentivou que a gente a pegar. Levamos três para casa.
Em outra rua, passando de carro, vimos um senhor se abaixar na calçada. Depois de novo. Olhamos com mais atenção e lá estavam, dois maracujás já se enfiavam no bolso da calça bem larga...
A feira grátis e a qualquer hora do dia e da noite... Para melhorar, só se viesse com selo de qualidade, hehe.
Marcadores:
comida,
cotidiano,
economia,
Jaraguá do Sul,
natureza
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Elogios a Roma
Num encontro com amigas daqui, me peguei lembrando da vida
na Itália. Talvez por eu ter vivido tanto os meios de transporte de Roma e tão
pouco os de Jaraguá, que me parece outro mundo. Tantas possibilidades
inexploradas, por que?
Um dos maiores absurdos que ainda não encontrei uma
explicação plausível é a falta de um transporte coletivo sobre trilhos. Os
trilhos existem, são usados em horários reduzidos para transportar carga e, na
maioria das vezes, dão apenas motivo para críticas entre a população.
Em Roma o tram (tipo bondinho) e o trem eram opções reais de
transporte, e ainda há o ônibus e o metrô. Por que não aproveitar a estrutura,
investir um pouco e pensar num futuro realmente diferente, em Jaraguá do Sul? Tomara que a nova administração pense nisso com carinho... mas o futuro é promissor, já que o Prefeito está indo trabalhar de ônibus!!!
Lei seca e o transporte
Outro dia encontrei na internet um comentário depois que aumentaram
as penas para quem bebe e dirige, a chamada Lei Seca. “Colocar bafômetro e
punir é fácil. Quero ver colocar ônibus a noite toda para quem quer sair”,
dizia o internauta.
Outra questão para a “mobilidade urbana”... ou escolhe não
beber ou não sai de casa (ou desobedece a lei e reza para não cair na fiscalização!!!).
Só existe a opção de “eleger o motorista da rodada”, como diz o comercial de
uma cerveja.
Marcadores:
cotidiano,
Lei Seca,
mobilidade urbana,
ônibus,
paisagem Roma,
tram,
transporte,
trem
Saudaggge dell'Italia
Mi manca l’arrabbiata, mi manca il gelato, la vista del
Colosseo dentro l’autobus affolato, la passeggiata nella Villa Borghese e Villa
Ada, una corsa sul Lungotevere, il giro in bici sulla Piazza Navona o il cinema
al aperto sull’Isola Tiberina o Piazza Vittorio, le bancarelle del Porta
Portese, il barbecue a casa di Dirce...
Piú di tutto, mi mancanno tanti amici, la gente che ho conosciuto
e che ancora oggi ho nel cuore. Mi viene in mente un momento o altro di
ricordi, di risate, di pianto. Amici brasiliani, italiani, romeni, spagnoli,
serbi, albanese, marrocchini, senegalesi.
Qualche giorno fa ho riletto un paio di post e ho trovato
uno in cui parlavo veramente male dell’Italia. E mi pento, chiedo perdono
per le parole ingiuste. Che ci sono delle differenze tra i paesi, non ha dubbi,
però tutte le generalizazione sono stupide. Perciò, scusatemi, ho sbagliato di
brutto. E oggi mi mancate!
Assinar:
Postagens (Atom)

